AFP proíbe Wikipedia como fonte

29/01/2008

Claro, a AFP é uma agência super confiável. A tradução dos textos para quem trabalha na editoria Internacional então, nem se fala. E para reforçar esta credibilidade jornalística imaculada, eis que agora a agência francesa proibiu o uso da Wikipedia como fonte.

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As aventuras de um micreiro, capítulo 4

29/01/2008

Este capítulo de “As aventuras de um micreiro”, publicado originalmente em agosto de 2002, abordava a angústia diante da máquina —por um lado, a impotência diante de uma tecnologia que começava a se tornar um padrão; por outro, a solidão diante de um mundo cada vez mais conectado e superficial. Sem mais delongas, eis o capítulo 4.

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EveryBlock é aposta do Knight em jornalismo colaborativo

24/01/2008

“A forma mais fácil de saber o que acontece em seu quarteirão, em sua vizinhança ou em toda a cidade.” Eis a auto-definição do EveryBlock, iniciativa da Knight, e que segue muito do que eu sempre pensei fazer com jornalismo colaborativo —algo que venha realmente de baixo para cima, e não algo construído pela mídia mainstream com o mote “seja famoso”…

O serviço já está disponível para as cidades de Chicago, Nova York e São Francisco. Um dos maiores motes é a busca geográfica —e aqui fica claro como água como as notícias (multimídia ou não) terão de ser, cada vez mais, integradas a mapas.

Que a iniciativa vingue e se espalhe pelos EUA —e quem sabe pelo Brasil? ;-)

Boa sorte para o pessoal do Knight!


Perdemos a memória; agora é a vez das sinapses

24/01/2008

A Ana Brambilla publicou um post bem bacana sobre um estudo da University College London, segundo o qual há carência de crítica entre as pessoas que nasceram na era digital. Decidi então discutir o assunto, que julgo extremamente valioso para compreender a geração atual —e, diante desta compreensão, formas de abordagem educativas, seja para alunos ou filhos (pois é, já preciso começar a pensar nisso… =) O estudo faz um alerta necessário e importante: primeiro, perdemos a memória; agora, será a vez das sinapses.

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MTV desiste de TV colaborativa

24/01/2008

O canal Flux, iniciativa televisiva totalmente colaborativa da MTV no Reino Unido, acaba no final do mês, reporta o jornal britânico The Guardian. Desde que desistiu de veicular videoclipes na TV, o canal norte-americano tem buscado alternativas “jovens” para manter a roda anunciate-meio-consumidor girando. E a senda colaborativa parece não ter dado resultado.

A experiência do Flux durou 15 meses. Os telespectadores tinham influência direta sobre o canal, subindo vídeos, fotos e textos pela Internet —material que era utilizado ao vivo na programação. Segundo o Read/Write Web, apesar do movimento da MTV, o conteúdo colaborativo está em alta na TV britânica atualmente —como exemplos, cita o BBC Tree e o E4.

Mas será que a TV, ícone da mídia e da sociedade de massa, conseguirá tirar proveito de um modelo de mídia absolutamente descentralizado e que faz de recursos como a busca e a liberdade de grandes centros de distribuição de conteúdo? Há quem duvide


As aventuras de um micreiro, capítulo 3

24/01/2008

O terceiro capítulo foi uma reação aos (então já) irritantes pop-ups, modelo de publicidade absurdamente invasivo que a Internet criou e que consegue ser mais inadequado que as correspondências vendendo cartão de crédito que chegam à sua casa. Apesar dos seis anos que distanciam a publicação original do texto à sua republicação aqui no Clico, logo existo, os pop-ups continuam a irritar internautas. Confira a íntegra:

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Pra quê tanto celular?

22/01/2008

O Brasil fechou 2007 com 120 milhões de celulares, um alcance de praticamente 60% da população. Super bacana, democracia, inclusão digital etc. Mas fico aqui com uma pulga atrás da orelha… nos corredores da academia, já ouvi falar sobre estudos que tentam explicar a fixação do brasileiro por tênis caros —uma forma de buscar status social em um país em que escravos não usavam sapatos.
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As aventuras de um micreiro, capítulo 2

22/01/2008

Continuo a série ”As aventuras de um micreiro”, com o segundo capítulo (texto original aqui). Engraçado notar que esse texto é datado —fala de uma época que já passou, em que era comum gravar CDs de áudio, e aparelhos que reproduziam MP3 ainda eram raríssimos, coisa de elite (lembro de um Expanium, da Philips, que chegou no Brasil custando R$ 720; hoje é possível achar toca-MP3 com mais capacidade por quase um décimo disso).

E esta é a graça da tecnologia. Ela quer vencer o espaço, o tempo. Penso numa imagem —a tecnologia como Dom Quixote, não diante de um moinho, mas diante de um carrilhão. Porém, incapaz de vencê-lo, eterno, mais parece o ponteiro deste carrilhão, ao ser referência de época àqueles que buscam saber a hora… confira o texto completo a seguir.

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As aventuras de um micreiro, capítulo 1

21/01/2008

Há cerca de seis anos, empolgava-me a idéia de escrever. Especialmente crônica, estilo de texto que parece conviver bem com minha personalidade apressada e minha percepção hiperativa. À época, editor de Informática da Folha Online, lancei uma série de textos em uma coluna semanal que possuia, entitulados “As aventuras de um micreiro”. A idéia era capturar momentos ímpares da relação homem-computador, que, já então, parecia algo que cresceria a ponto de tornar-se indissolúvel.

De maio a dezembro, publiquei ao todo oito textos, sete de minha autoria. Mas se os textos pararam em 2002, minha vontade não ficou por lá —e vou recomeçar meus exercícios literários aqui no Clico, logo existo. Primeiro, republicando os textos de minha autoria daquela época (é um exercício interessante perceber que, se a quantidade de memória de um PC àquela época era de 64 MB ou 128 MB, muitos dos princípios continuam os mesmos). Depois deste início, pretendo retomar a autoria de uma crônica semanal, no contexto da tecnologia, da Internet e de um futuro cada vez mais codificado.

Para o pontapé inicial, então, aí vai o capítulo 1, publicado originalmente aqui.

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Tags para o mundo real

21/01/2008

Era nítido que o Street View do Google Maps —aquele recurso que já permite “caminhar” pelas ruas de cidades norte-americanas e européias em 3D pela Web— ia acabar em um software internético capaz de de indexar o mundo real. Eis o que o pessoal da Earthmine acabou fazendo…

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