Google Maps e Twitter uniram forças na Super Terça (espécie de rally das prévias das eleições norte-americanas) e lançaram um serviço muito bacana —um mash-up dos dois serviços faz com que os posts dos twitteiros apareçam em tempo real no mapa.

Google Maps e Twitter uniram forças na Super Terça (espécie de rally das prévias das eleições norte-americanas) e lançaram um serviço muito bacana —um mash-up dos dois serviços faz com que os posts dos twitteiros apareçam em tempo real no mapa.

Vou ter que sair do tema… mas não dá para engolir. Cada ano que vejo carros alegóricos, peitos e bundas —tudo artificial— e que isso é vendido ao mundo como símbolo do Brasil, a paciência e o amor próprio caem um pouco. Para o lucro de alguns, um país inteiro vende-se ao próprio estereótipo. Mãe de Deus…
Quem você foi na vida passada? Quem perdeu a namorada para outra mulher em “Friends”? Que ditador você foi? Eis o Facebook, que alia cultura inútil à fofoca. Conseguirá abalar a paixão que o público brasileiro desenvolveu pelo Orkut? Eis algumas razões pelas quais acredito que não…
Penúltima reprodução dos originais publicados na Folha Online, este capítulo de As aventuras de um micreiro fala do estresse gerado em frente ao computador. É a geração ansiedade, tema que também abordei na então coluna Usuário.com. Como John “Maddog” Hall me disse uma fez, “as pessoas esquecem que existe inércia no mundo”. E quem respira tecnologia parece ter riscado esta palavra do dicionário —ainda mais em mercados em desenvolvimento, como o Brasil, onde parece ser necessário gritar ainda mais alto para ultrapassar o volume do buzz do Vale do Silício, de Moutain View, de Redmond ou Cupertino…
Apesar dos marketeiros viverem ávidos pela criação de seu próprio “killer buzz”, acabo de ler uma das melhores definições para a Web 3.0 que via até agora —um “eu descentralizado e assíncrono”. Segundo Josh Catone, a definição é de Robert O’Brien. E me lembra um tema que já estampou um post deste blog, o avatar independente, espécie de clone virtual.
Vale lembrar que, apesar de qualquer versão que inventem, itens como semântica, inteligência relacional e utilidade são atributos que o inventor da rede já conferia à Web de vinte anos atrás. O que os programadores de hoje fazem é apenas tentar concretizar o sonho do homem… ;-)