Demi Getschko: história e tendências da Web

30/04/2008

Ninguém melhor que Demi Getschko para falar da história e das tendências da Web no Brasil. E é o que faz, em entrevista concedida a Sérgio Amadeu, da Cásper Líbero, publicada em oito capítulos no Youtube. A primeira da série vai abaixo (e as outras você pode ver nos vídeos relacionados). Ótima dica do Herdeiro do Caos, blog que descobri e passo a acompanhar a partir de hoje.


Medo de blogar

24/04/2008

“O tempo instantâneo e sem substância do mundo do software é também um tempo sem conseqüências. ‘Instantaneidade’ significa realização imediata, ‘no ato’ —mas também exaustão e desaparecimento do interesse (…) As pessoas que se movem e agem com maior rapidez, que mais se aproximam do momentâneo do movimento, são as pessoas que agora mandam. E são as pessoas que não podem se mover tão rápido —e, de modo ainda mais claro, a categoria das pessoas que nãopodem deixar seu lugar quando quiserem— as que obedecem.”

Eis o que diz Zygmunt Bauman em seu “Modernidade Líquida” e que me fez parar para pensar numa sensação que há muito tenho, mas que até hoje não tinha registrado em palavra —sim, eu sinto medo de blogar.

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Facebook e a elite branca

18/04/2008

Há cerca de dois meses escrevi sobre minhas dúvidas acerca do Facebook. Não que elas tenham passado, mas, pelo contrário, os convites não param de chegar. E o engraçado é que as misses do Orkut ainda não estão no Facebook —será que a “elite branca” andou enjoando do Orkut e migrou para se destacar?

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Jornal sem primeira página, mídia sem diálogo

11/04/2008

Os principais jornais da Eslováquia foram para as bancas hoje sem notícias na capa, relata o Webmanário. Quem olha de fora pode até achar algo nobre —que está, porém, por trás de uma atitude unilateral de uma série de donos de jornais?

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Mouse virou, definitivamente, instrumento musical

4/04/2008

Imagine olhar para uma onda sonora gerada por um acorde de guitarra. Agora imagine separar esta onda sonora para traduzir cada uma das notas musicais que compõem o acorde —em seguida, imagine mudar a tonalidade de cada nota e construir infinitos acordes em cima de um único sample inicial… o verdadeiro “milagre”, a digitalização total da música, responde pelo nome Melodyne.

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Erramos: a culpa é do sertanejo

18/03/2008

O companheiro Roberto Moreno, de profícua carreira musical, alertou-me em comentário no post anterior e corrijo: foi o sertanejo, e não o forró, o culpado pela profanação da Internet e a usurpação do templo sagrado da nerdaiada. Agora, o pessoal do Marketing do Silvio Santos já pode atirar com precisão em um portal de Internet linha-B, de gosto popularesco, para conversar diretamente com esse povo menos nobre que pega ônibus e que a gente faz questão de evitar aqui em São Paulo, tão logo consiga tirar carta de motorista.


O público da Internet mudou (e foi culpa do sertanejo)

17/03/2008

Primeiro foi o nerd. Depois, vieram os filhos da classe alta. Eles acabaram ensinando os pais, e também cresceram —então, de repente, todos tinham cartão de crédito e podiam abastecer os cofres do e-commerce. Na esteira veio a publicidade online, que ainda engatinha, muito distante dos milhões gastos com a televisão. Até que surgiu a dupla Tenório e Praense, e o sertanejo mudou a Internet para sempre.

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Design, arquitetura da informação, conteúdo, inovação

15/03/2008

Curso de dois dias de Arquitetura de Informação. Muita teoria sobre incêndios que a gente apaga no dia-a-dia com balde, escada magirus, sopro e, na maioria das vezes, simples cobertor… em certo ponto, depois de longas explicações sobre como funcionam sitegramas e fluxogramas, o debate parou no embate (e na utilidade) de wireframes, especificações, inspiração, tolhimento de criatividade, bla bla bla…

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Como vencer a batalha da informação

25/02/2008

(Ou porquê não consigo engolir blogueiros “monetizados” que ficam melindrados com a grande imprensa…)

Agora me diz: dá pra vencer essa guerra com links patrocinados? ;)


Perdemos a memória; agora é a vez das sinapses

24/01/2008

A Ana Brambilla publicou um post bem bacana sobre um estudo da University College London, segundo o qual há carência de crítica entre as pessoas que nasceram na era digital. Decidi então discutir o assunto, que julgo extremamente valioso para compreender a geração atual —e, diante desta compreensão, formas de abordagem educativas, seja para alunos ou filhos (pois é, já preciso começar a pensar nisso… =) O estudo faz um alerta necessário e importante: primeiro, perdemos a memória; agora, será a vez das sinapses.

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