Contracultura de massa

Eis que estreiou no Brasil em outubro a versão tupiniquim da revista Rolling Stone, um dos ícones da cultura pop norte-americana. Eis que o editorial, todo engajado, fala da contratultura. Só não deu para entender se a Gisele Bündchen na capa era ironia (ou pura contradição). É a “rebeldia” vendida em lata, a contracultura do espetáculo, a oposição tirânica da cultura de massa.

Enquanto isso, do outro lado da força, permanecem indecifravelmente chatas as Piauís e Caros Amigos… para onde vamos, Foucault?

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Um comentário sobre “Contracultura de massa

  1. Então, eu vi a entrevista do editor da revista no UOL e ele falou que a capa com a Gisele era pra mostrar que o objetivo da revista é realmente “vender revista”…
    Mas poxa, eu curti a Piauí. Tudo bem que a segunda tem várias matérias não muito inovadoras, mas a idéia é boa…cê não acha?

    Beijo!!

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