Possibilidade de regulação, e não censura

O bloqueador de TV parece que agora vai virar realidade. Antes que os ativistas da liberdade de expressão gritem —não, ele não é censura. Ele só permite que os pais, por exemplo, consigam regular eletronicament o que as crianças podem ou não podem ver na televisão.

O serviço já existe há tempos nos EUA e no Canadá (sim, a gente sempre tem que fundamentar nossa auto-estima com a citação de alguém lá de cima), e também na televisão a cabo. A rede de TV emite, com cada programa, um sinal que identifica a faixa de idade adequada —dependendo de como o dono da TV regula o aparelho, ele permite ou não a exibição da atração.

Na Internet, mídia cada vez mais acessada pelos pequenos, cada vez mais recursos aparecem para evitar o contato com conteúdos inadequados. O novo Windows Vista, por exemplo, tem recursos de controle parental que bloqueiam determinados sites, restringem o horário de uso possível e geram até relatórios de visitas a sites.

Para quem pode considerar isso como censura: eis aí a real liberdade de escolha. Educar e dar instrumentos para que cada um determine o que lhe interessa. O duro ainda continua essa primeira parte…

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Um comentário sobre “Possibilidade de regulação, e não censura

  1. Eu concordo em tudo com este tipo de regulamentação. Acho que a tarefa mais difícil para um pai hoje em dia é educar uma criança, uma vez que há tantos estímulos “deseducativos” fora do alcance paterno. Vai ter muito marmanjo comprando Windows Vista por conta deste sistema mais aprimorado de controle.

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