Borat, ou o riso forçado

Borat deixa uma dúvida. Desconsiderada a escatologia, fica difícil confiar no filme, que ora se define como documentário, ora apela para ficção-pegadinha na tentativa de criticar hábitos norte-americanos. A decepção completa, no entanto, veio durante uma navegação à toa no Youtube —descobrir um vídeo de dez anos atrás em que o comediante Sacha Baron Cohen faz praticamente as mesmas piadas do filme.

Se o riso era incerto, a descoberta o deixou forçado. Sem risos, Michael Moore ou Morgan Spurlock conseguiram ser mais ácidos e certeiros.

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