Jornalismo colaborativo e o hiperlocalismo

Diante de um cenário de grande mídia cada vez mais people, internacional e distante da realidade local, eis que o jornalismo colaborativo pode ser, ainda mais em países subdesenvolvidos, uma forma de revalorizar comunidades locais. É o “hiperlocalismo” —termo que, ao menos para mim, saiu do encontro “Realidade dos meios de comunicação emergentes“, organizado pela Universidade del Mar, no Chile.

A prática pode acentuar o local, torná-lo protagonista e, em consequência, descentralizar a busca de informação. A idéia que emergiu durante o debate foi a de que o jornalismo colaborativo, deste ponto de vista, não ameaça o jornalismo tradicional —mas se torna um complemento, um aporte de conteúdo capaz de trazer à tona novos temas e gerar debate.

Mas a auto-crítica ainda é forte demais para meramente embarcar o discurso —ainda não consigo entender a necessidade do “hiper” antes do localismo. Por que não simplesmente “revalorização do local”? Hipermídia, hiperespaço… hiperlocalismo. Parece hipernecessidade de falar em novilíngua para se tornar novidadeiro… ;-)

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