Da série “incongruências” do dia

Apesar de continuar clicando como um louco todos os dias, a torpe necessidade de fazer as coisas logo têm feito com que este autor tenha pouco existido. Mas isso não implica que a razão última de nossa existência —pensar— tenha cessado. E só hoje, com a revolta pelo trânsito e o calor, a caminho do trabalho me vieram três interrogações sobre a existência (digital, midiática ou whatever):

  • Um dia os programadores recém-lançados a administradores de empresas, em conversa com os senhores do Marketing, perceberam que indexar o mundo custaria muito caro. Lançaram então o conceito de Web 2.0 —e nós, os trouxas, ainda ficamos felizes por fazer o trabalho para eles.
  • Por quê a MTV (e a mídia em geral) continua se referindo a apresentadores como VJs se o canal não exibe mais videoclipes?
  • Será que “processos eleitorais” já se tornaram tão chatos e não-transformadores que, agora, tudo precisa ser “Super”? Super-terça… super Hillary… super delegados? Teremos o super presidente? A super CPI? A super corrupção? Parece pílula estimulante, exaltação dos sentidos para sair do marasmo que ninguém mais consegue esconder. Nem os “monetizadores”…

Divides alguma dessas dúvidas cruéis comigo?

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