Twine (ou “por quê mais uma rede social?”)

Serviço novo que faz beta com registro é uma desgraça. Você faz o cadastro, mas o retorno nunca chega. Com o Twine, não foi diferente —mas, salvo pelo colega Henrique Martin, eis que estou dentro do Twine.

Primeiro, a velha curva de aprendizado. Percebe-se, de cara, que se trata de uma rede social. OK, cheia de comunidades (ou “twines”), espécies de “comunidades” do Orkut em que você posta coisas. Saldo de dez minutos navegando —o Twine funde recursos de bookmark social à la Delicious, sistema de publicação e rede social à la Orkut (digo Orkut, e não Facebook, porque não consegui enxergar nenhuma abertura de API para personalização de aplicativos).

A parte sistema de publicação permite, além de bookmarks, publicar textos, fotos e vídeos direto do computador para o Twine.

OK, bonitinho. Mas fico me perguntando onde vai dar tudo isso. Um monte de gente prometendo Web 3.0 (mal saímos da Web 2.0…), e os sistemas de gerenciamento de conteúdo parecem agir de forma extremamente semelhante. No final das contas, a pergunta que fica é —o que faria as pessoas migrarem de suas atuais redes ou ferramentas de blogs para um novo sistema, se os novos sistemas fazem tudo igual?

Quem conseguir responder à pergunta tem um belo modelo de negócio para o mundo pós-Facebooks e Open Socials.

Atualização (24/4): bacanas as newsletters que o Twine envia por e-mail com atualizações das comunidades (twines) de que você participa. De qualquer forma, ainda não enxerguei vantagem maior que acompanhar um Digg…

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