Estou aqui procurando entender, literalmente, do inglês, as tais “hashtags” do Twitter. Cheguei à conclusão de que a melhor tradução seriam “tags de conversação”, “etiquetas de discussão”. Será?
E outro lançamento que está causando, principalmente pela “ferramenta” de LEAD (atenção jornalistas de plantão, é o jargão literamente na boca do povo!): o colaborativo baiano Boca do Povo. Vi primeiro no Gjol, e Ana Brambilla faz hoje considerações sobre a ferramenta.
Herdeiro do Caos também contemporiza, em texto mais longo e comparativo.
Colaboração, como sabemos, é sempre bem-vinda, e espero ter muitas aqui no Clico. Várias pessoas já vão ligar os fatos: Dani Ramos e Madu, ex-colegas-professores no Mackenzie, e agora colegas novamente (ainda bem), na ECA. Eu, no segundo ano do doutorado e Madu no primeiro de mestrado. Buenas, longa vida às parcerias e ao debate de idéias na e sobre a web!
Também começando, deixo registrado o lançamento do Noticias LA, “Periodismo Ciudadano de Latinoamérica”, agregador de sites de jornalismo cidadão da América Latina, e que pretende ser uma espécie de agência de notícias cidadã sobre a América Latina. É lançamento mesmo, várias seções ainda estão em construção. O importante, acho, é notar como precisamos de iniciativas para realmente termos em comum não só projetos econômicos e políticos no cone sul, mas também espaços de comunicação, idéias e projetos.
Vi primeiro no E-Cuaderno (e lá vocês encontram mais informações em primeira mão), do Professor e blogueiro José Luis Orihuela, da Universidade de Navarra. Ele, por sua vez, referencia a Rosa J.C. E assim se fazem as redes…
Este Clico, logo existo já não é produzido por um único clique —nem por um único raciocínio. Estréia hoje aqui no blog a Dani Osvald Ramos, colega de ECA (Escola de Comunicações e Artes) e ex-colega de Mackenzie, nas aulas de Jornalismo Online.
Ela escreverá direto da Espanha, onde está cursando o doutourado, e vai enriquecer estas páginas com seu conhecimento em multimídia, webwriting, linguagem digital e, claro, colaboração.
Descobri em um tweet do amigo Henrique Martin um tal de Qik, espécie de combinação entre Youtube e Twitter. É um site que permite ao usuário fazer streaming de vídeo do próprio celular. É só fazer o cadastro, confirmá-lo via SMS —esperar sabe-se lá quanto tempo para “entrar” no serviço e pronto. Você já pode transmitir vídeo ao vivo para o mundo, direto de seu celular.
Tudo bem, o cara pode ser odiado pelos designers (e ser extramamente xiita). Ele também só mapeou resultados de 25 pessoas, universo bem restrito. Mas a última do Jakob Nielsen revela alguns pontos interessantes sobre como as pessoas lêem na Internet —e também dá pistas sobre tendências de uso de recursos no interior das páginas Web.
Como toda pesquisa de mestrado, a minha tem tomado rumos alheios à vontade inicial do autor —e tem caminhado, neste momento, para as motivações da colaboração, ou do CGU (Conteúdo Gerado por Usuário). E para continuar a saudável discussão com o Webmanário, tentarei argumentar nas próximas linhas as razões que me levam a crer que as redes sociais, especialmente as voltadas à geração colaborativa de conteúdo, ainda precisam amadurecer no Brasil.
Ninguém melhor que Demi Getschko para falar da história e das tendências da Web no Brasil. E é o que faz, em entrevista concedida a Sérgio Amadeu, da Cásper Líbero, publicada em oito capítulos no Youtube. A primeira da série vai abaixo (e as outras você pode ver nos vídeos relacionados). Ótima dica do Herdeiro do Caos, blog que descobri e passo a acompanhar a partir de hoje.
Genial a apresentação de Mario Tascón, ex-diretor de conteúdo do site Prisa.com e professor da Universidade de Navarra. Os slides (reprodução abaixo; valeu a dica, Dani) mostram dados que, analisados com lucidez, mostram um cenário preocupante para os jornalistas de papel —e também para os televisivos, e mesmo os online que acreditam fazer Web só porque publicam páginas em HTML…
primeiro artigo a gente nunca esquece. E eis que consegui emplacar meu primeiro, “Colaboração online, mídia locativa e computação ubíqua”. Está publicado na BOCC (Biblioteca Online de Ciências da Comunicação) e resulta de estudos feitos durante o semestre passado para a disciplina Pensadores do Ciberespaço, da Beth Saad.
No texto, que reproduzo à seguir, falo um pouco sobre como os usuários da Internet têm se apropriado e remixado idéias com as novas ferramentas de publicação, como o Twitter, e o quanto sociedades como a brasileira podem tirar vantagem da rede para revalorizar contextos locais. Isso sem esquecer que o código também é uma forma de exercício de poder, talvez mais sutil que as antenas de TV da mídia de massa.
Boa leitura (e espero seus comentários, sugestões e pontos de vista).
Começou para valer a produção dos blogs da disciplina de Jornalismo Online da ECA. A turma de trinta e poucos alunos vai produzir sete blogs sobre temas variados como uma forma de exercitar vários fundamentos do jornalismo online: Leia o resto deste post »
Francisco Madureira é jornalista, professor de comunicação, palpiteiro, internauta há mais de década e entusiasta e mestrando sobre colaboração online, seus ancestrais e desdobramentos —tecnologia da informação, inteligência artificial, jornalismo colaborativo, jornalismo cidadão, Web semântica...